
Que se inicie um hino fúnebre pela perda da inocência
Roubada em tão bela juventude
E que no ataúde desse doce encanto, regogizem ao menos os bem-aventurados, agora não temerosos ao olhar cego da paixão
Mas será então que todas as portas se abriram?
Vejam!
Nosso dom confuso leva consigo a esperança, a fé, a união e a paz.
Então a bênção há de virar maldição?
Gritem!
Pelas crianças já crescidas, pelo encanto já desfeito
O verdadeiro se esconde no improvável,
partes d'aquela que morreu oculta-se em corações nobres e cheios de coragem
Terá mesmo a beleza perdido-se eternamente?
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