terça-feira, 9 de março de 2010

Medo


Não é que eu tenha medo de amar
Tenho medo de que tudo isso não passe de uma ilusão
Doce encanto, pavorosa maldição

Não é que eu tenha medo de me aproximar
Tenho medo de me perder nos teus olhos profundos como o mar
Medo.

Medo de beijar seus lábios, afogar no teu abraço
Medo de deitar-me junto a ti, de abrir meu já então despedaçado coração
Me usa, me faz viver, me alegra e me mata.

4 comentários:

  1. Divino, Helena! Por agora, digo sem medo que este foi o meu preferido.
    Achei incrivelmente sutil, com uma nota de última histeria ao fim. Não resisti e já me coloquei como seguidora; fico muito feliz em saber que, de algum modo, possa ter impulsionado ou inspirado você :D

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  2. Ah, obrigada!
    Impulsionou mesmo. ^^
    Lhe sou eternamente grata, Lu. Acho que isso aqui pode me ajudar muito.

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