Essa semana tenho estado cercada pelo medo. Não sei do quê exatamente, mas acredito que seja uma mistura de uma rotina escolar pesada, com altas cobranças, de uma total perda da vida que segui até hoje, de todo um universo, e para completar pessoas que entram e saem da minha história deixando um corte profundo em minhas entranhas, me fazendo sangrar a ponto de pedir socorro para por um fim nesse enorme pesadelo.
Em geral, liberar essas palavras sempre me acalma. Me faz colocar em ordem o bolo de pensamentos que reviram minha mente, me trazendo uma solução e consequentemente um conforto. Dessa vez é diferente. Meu problema não tem solução.
Quero que o tempo corra e ao mesmo tempo congele. Corra para os sentimentos ainda recentes que machucam, congele para a presença da minha família que é, agora mais do que nunca, o meu porto seguro. Não estou preparada para deixá-la.
Tento de todas as formas ficar estável, uma tarefa difícil, mas com sucesso certas horas. Mas mascarar é muito diferente de acabar com um problema.
Rezo para que em breve todos esses fantasmas sumam. Não faz muito tempo que tomei gosto pela vida, mas esperava que, ao menos, ela sorrisse pra mim. Minhas ideias e objetivos estão firmes. Só me resta receber algum retorno, espero, positivo.

A vida não sorri para ninguém, eu acho. No meu caso, nem se eu abrisse a boca dela à força.
ResponderExcluirSei que isso não consola ninguém, mas... calma, cara. Tem gente pior do que você. Eu, por exemplo.
Brincadeira, vai. Estou sendo dramática. Mas é que depois da inscrição na Fuvest eu preferiria poder passar a vida inteira no Ensino Médio. Aceito até repetir KKK
P.S.: seu blog estava fechado, antes, não estava? Juro que entrei aqui e veio um aviso de que eu não tinha permissão de ler ):